Veja como conseguir uma relação dos valores pagos de aposentadoria (extrato de pagamento de benefícios do INSS)

O Histórico de Pagamento é um documento que comprova a renda dos beneficiários, detalhando os valores e a data de pagamento do benefício.

  • Primeiro vez que estiver acessando: entre no site meu.inss.gov.br (acesse Histórico de Créditos).
  • Clique em Login .
  • Caso ainda não tenha a senha, realize seu cadastro.
  • Tudo é efetuado pela internet: serão feitas algumas perguntas trabalhistas e previdenciárias para confirmação de identidade e validação dessa senha.
  • No primeiro acesso, será gerado um Código que deverá ser substituído posteriormente por uma senha pessoal.https://goo.gl/iCBTfw

Gostaria de saber como eu posso solicitar uma relação de tempo de contribuição do carne da minha mãe ela contribuiu por aproximadamente 7 meses quando era autônoma, Necessito da folha detalhada com o valor e tempo de contribuição para sua aposentadoria no órgão publico.

  • O próprio segurado poderá verificar suas contribuições e vínculos no CNIS, consultando, no Portal do INSS, no link https://meu.inss.gov.br/central/index.html , em “Extrato Previdenciários (CNIS)”, clicando em “fazer login”, e em seguida clique em “esqueci minha senha”, para confeccionar nova senha, após o que deverá validá-la respondendo as perguntas do próprio site, ou pela Central de Atendimento 135 (ligação gratuita de telefone fixo).
  • Se não conseguir validar a senha pela página ou pela Central, poderá validá-la em qualquer agência da Previdência, sem necessidade de agendamento.
  • Após a validação do código, poderá acessar o extrato normalmente, que informa que a senha expirou, para que o segurado altere a sua senha.
  • A nova senha precisa ter, no mínimo, 8 caracteres, e pelo menos uma letra maiúscula e um caractere especial (Ex: $).

Veja como calcular pagamento de GPS em atraso pela internet

O segurado que está com as contribuições da Previdência Social atrasadas, por período de até cinco anos, pode regularizar os recolhimentos no portal do INSS (inss.gov.br). Para cálculo de períodos mais antigos, o contribuinte deve se dirigir até uma Agência da Previdência Social.

Você pode gerar sua Guia da Previdência Social (GPS) pela Internet, sem precisar ir ao Centro de Atendimento ao Contribuinte da Receita Federal. A guia pode ser gerada para um mês específico ou para um período, desde que inferior aos últimos 5 anos.

Informações sobre contribuições de empresas ou equiparados devem ser buscadas junto à Receita Federal.

Tenho 12 anos de contribuição urbana, antes disso eu era trabalhador rural. Já cumpri o requisito de idade, posso me aposentar?

Há uma série de fatores a considerar aí. Primeiro o fato de que atualmente se admite computar tempo rural + tempo urbano para fins de carência. A Lei 11.718/2008 permitiu que se possa contar juntos regimes de trabalho rural e urbano para amparar os trabalhadores rurais que migraram temporária ou definitivamente para o meio urbano e que não têm período de carência suficiente para a aposentadoria prevista para os trabalhadores urbanos e para os rurais.

Como expressamente previsto em lei, a aposentadoria por idade urbana exige a idade mínima de 65 anos para homens e 60 anos para mulher, além de contribuição pelo período de carência exigido:

Benefício Carência(em meses)
Aposentadorias (por Idade, Tempo de Contribuição, do Professor, Especial, por Idade ou Tempo de Contribuição do Portador de Deficiência) 180

Assim sendo, pode-se requerer ao INSS o reconhecimento do período rural anterior ao início do recolhimento como trabalhador urbano para completar o período de carência. Esse reconhecimento é feito através da apresentação de documentos e testemunhas. Veja abaixo documentos que são comumente utilizados para comprovar o trabalho rural no regime de economia familiar:

  • contrato de arrendamento, parceria, meação ou comodato rural, cujo período da atividade será considerado somente a partir da data do registro ou do reconhecimento de firma do documento em cartório;
  • declaração fundamentada de sindicato que represente o trabalhador rural ou, quando for o caso, de sindicato ou colônia de pescadores, desde que homologada pelo INSS;
  • comprovante de cadastro do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA, através do Certificado de Cadastro de Imóvel Rural – CCIR ou qualquer outro documento emitido por esse órgão que indique ser o beneficiário proprietário de imóvel rural;
  • bloco de notas do produtor rural;
  • notas fiscais de entrada de mercadorias, de que trata o § 24 do art. 225 do RPS, emitidas pela empresa adquirente da produção, com indicação do nome do segurado como vendedor;
  • documentos fiscais relativos à entrega de produção rural à cooperativa agrícola, entreposto de pescado ou outros, com indicação do segurado como vendedor ou consignante;
  • comprovantes de recolhimento de contribuição à Previdência Social decorrentes da comercialização da produção;
  • cópia da declaração de imposto de renda, com indicação de renda proveniente da comercialização de produção rural;
  • comprovante de pagamento do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – ITR, Documento de Informação e Atualização Cadastral do Imposto sobre a propriedade Territorial Rural – DIAC ou Documento de Informação e Apuração do Imposto sobre a propriedade Territorial Rural – DIAT entregue à RFB;
  • licença de ocupação ou permissão outorgada pelo INCRA ou qualquer outro documento emitido por esse órgão que indique ser o beneficiário assentado do programa de reforma agrária; ou
  • certidão fornecida pela FUNAI, certificando a condição do índio como trabalhador rural, observado o § 2º do art. 118

No caso de apresentação de Declaração do Sindicato ou Colônia que represente o trabalhador, ou ainda quando da solicitação de processamento de Justificação Administrativa, poderão ser apresentados, dentre outros, os seguintes documentos como início de prova material, desde que neles conste a profissão ou qualquer outro dado que evidencie o exercício da atividade rurícola e seja contemporâneo ao fato nele declarado:

  • certidão de casamento civil ou religioso (para documento emitido no exterior, saiba mais);
  • certidão de nascimento ou de batismo dos filhos;
  • certidão de tutela ou de curatela;
  • procuração;
  • título de eleitor ou ficha de cadastro eleitoral;
  • certificado de alistamento ou de quitação com o serviço militar;
  • comprovante de matrícula ou ficha de inscrição em escola, ata ou boletim escolar do trabalhador ou dos filhos;
  • ficha de associado em cooperativa;
  • comprovante de participação como beneficiário, em programas governamentais para a área rural nos Estados, no Distrito Federal ou nos Municípios;
  • comprovante de recebimento de assistência ou de acompanhamento de empresa de assistência técnica e extensão rural;
  • escritura pública de imóvel;
  • recibo de pagamento de contribuição federativa ou confederativa;
  • registro em processos administrativos ou judiciais, inclusive inquéritos, como testemunha, autor ou réu;
  • ficha ou registro em livros de casas de saúde, hospitais, postos de saúde ou do programa dos agentes comunitários de saúde;
  • carteira de vacinação;
  • título de propriedade de imóvel rural;
  • recibo de compra de implementos ou de insumos agrícolas;
  • comprovante de empréstimo bancário para fins de atividade rural;
  • ficha de inscrição ou registro sindical ou associativo junto ao sindicato de trabalhadores rurais, colônia ou associação de pescadores, produtores ou outras entidades congêneres;
  • contribuição social ao sindicato de trabalhadores rurais, à colônia ou à associação de pescadores, produtores rurais ou a outras entidades congêneres;
  • publicação na imprensa ou em informativos de circulação pública;
  • registro em livros de entidades religiosas, quando da participação em batismo, crisma, casamento ou em outros sacramentos;
  • registro em documentos de associações de produtores rurais, comunitárias, recreativas, desportivas ou religiosas;
  • Declaração Anual de Produtor – DAP, firmada perante o INCRA;
  • título de aforamento;
  • declaração de aptidão fornecida pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais para fins de obtenção de financiamento junto ao PRONAF; e
  • cópia de ficha de atendimento médico ou odontológico.
Revista Safra

Formulário Simplificado de RPA

O Recibo de Pagamento Autônomo, é um documento emitido por quem contratou o serviço de algum profissional autônomo, não empregado.

Clique aqui para fazer o download da planilha simples de RPA.

O autônomo que preste serviço a uma ou mais empresas e que não possua emissão de notas fiscais pode receber o RPA. Uma pessoa física pode normalmente emitir RPA para outra pessoa física.

O profissional que realiza o serviço não poderá ter vínculo empregatício com a empresa durante o trabalho que originará a necessidade deste documento. Estes profissionais são considerados contribuintes individuais para a cobrança de INSS, conforme descrito no art. 12 da Lei n. º 8.212/91 de 24 de julho de 1.991, que diz: “contribuinte individual é quem presta serviço de natureza urbana ou rural, em caráter eventual, a uma ou mais empresas, sem relação de emprego”.

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Modelo de RPA encontrado em papelarias

 

Como saber se o empregador está depositando o dinheiro para o INSS e não ter uma surpresa no futuro?

Para conferir se o patrão está pagando os valores devidos a Previdência Social sobre o seu salário corretamente, o segurado poderá consultar o Extrato de Vínculos e Contribuições no site da Previdência.

É preciso ter o número do NIT/PIS/PASEP e a senha. A senha somente pode ser obtida numa Agência da Previdência Social. O atendimento para este procedimento deve ser agendado pelo site ou pela Central de Atendimento 135.

Quem têm conta no Banco do Brasil pode verificar o Extrato de Vínculos e Contribuições nos caixas eletrônicos (opção 20 – outros extratos) e no site do banco. Já os clientes da Caixa Econômica Federal podem acessar o extrato por meio do internet banking.

Caso prefira, o trabalhador poderá ir até uma agência do INSS com RG, CPF e o número do PIS (Programa de Integração Social) e solicitar o extrato de pagamento do INSS.

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Extrato de vínculos e contribuições à Previdência

É um relatório que permite ao cidadão visualizar todos os vínculos com a Previdência constantes no seu cadastro individual. Nele é possível encontrar informações como o nome do empregador, o período trabalhado  e a remuneração recebida, além das contribuições realizadas em GPS, na condição de contribuinte individual e/ou prestador de serviço.

Esse e outros serviços do INSS agora estão disponíveis no site meu.inss.gov.br. Acesse o link e cadastre sua senha sem sair de casa.

CONSULTAR EXTRATO

Tire seu extrato na Caixa e no Banco do Brasil: Os correntistas do BB e da Caixa podem consultar o seu extrato no caixa eletrônico ou no home-banking, através da opção “Previdência Social”, no Banco do Brasil, e “Extrato Previdenciário” na Caixa Econômica Federal. Em caso de dúvidas, consulte o gerente do seu banco.

O extrato não exibe vínculos e contribuições realizadas para Regimes Próprios de Previdência (servidores públicos).

Como descobrir meu NIT/PIS e pagar a guia do INSS pela internet

Para descobrir seu número do PIS/NIT (que será necessário para preenchimento da Guia do INSS ou GPS) basta acessar o site da previdência social e tentar fazer uma inscrição no PIS, fornecendo os dados obrigatórios ali solicitados (você pode fazer na tela abaixo que é um frame direto do site do INSS ou clicando aqui). Como já é inscrito o site vai informá-lo e fornecer seu número do NIT para recolhimentos. Após fazer isso role a tela mais abaixo, para ver as instruções de como imprimir uma guia do INSS (GPS) em formato boleto, para pagamento em qualquer agência bancária ou lotérica.

Você pode gerar uma guia de pagamento contendo valores de juros e acréscimos já calculados sem a necessidade de ir a uma agência da Previdência. Basta acessar o site do INSS disponibilizado para tal finalidade (abaixo o frame da página ou clicando aqui).

Códigos para recolhimento – Contribuinte Individual
1007 Contribuinte Individual – Mensal
1104 Contribuinte Individual – Trimestral
 
1120 Contribuinte Individual – Mensal – Com dedução de 45% (Lei 9.876/1999)
1147 Contribuinte Individual – Trimestral – Com dedução de 45% (Lei 9.876/1999)
 
 
1287 Contribuinte Individual – Rural Mensal
1228 Contribuinte Individual – Rural Trimestral
 
1805 Contribuinte Individual – Rural Mensal – Com dedução de 45% (Lei 9.876/1999)
1813 Contribuinte Individual – Rural Trimestral – Com dedução de 45% (Lei 9.876/1999)

 

Códigos para recolhimento – Facultativo
1406 Facultativo – Mensal
1457 Facultativo – Trimestral
 
1821 Facultativo / Exercente de Mandato Eletivo / Recolhimento Complementar

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Planos simplificados de contribuição

Alíquota de 11% sobre o salário mínimo:

Poderá contribuir neste plano apenas o Contribuinte Individual e o Facultativo que não prestem serviços e nem possuam relação de emprego com Pessoa Jurídica, a partir da competência abril/2007, com cálculo exclusivamente sobre o valor do salário mínimo vigente no momento do recolhimento.

Códigos para recolhimento – Contribuinte Individual
1163 Contribuinte Individual – Mensal
1180 Contribuinte Individual – Trimestral
 
1295 Contribuinte Individual – Mensal – Complementação 9% (para plano normal)
1198 Contribuinte Individual – Trimestral – Complementação 9% (para plano normal)
 
1910 Micro Empreendedor Individual – MEI – Mensal – Complementação 15% (para plano normal)
 
 
1236 Contribuinte Individual – Rural Mensal
1252 Contribuinte Individual – Rural Trimestral
 
1244 Contribuinte Individual – Rural Mensal – Complementação 9% (para plano normal)
1260 Contribuinte Individual – Rural Trimestral – Complementação 9% (para plano normal)

 

Códigos para recolhimento – Facultativo
1473 Facultativo – Mensal
1490 Facultativo – Trimestral
 
1686 Facultativo – Mensal – Complementação 9% (para plano normal)
1694 Facultativo – Trimestral – Complementação 9% (para plano normal)

 

Observação: O Microempreendedor individual que recolhia sobre a alíquota de 11% até abril de 2011 utilizará o código 1295 (diferença de 9%) para complementação para o plano normal e, a partir da competência maio/2011, quando passou a recolher através da guia DAS-MEI sobre a alíquota de 5%, utilizará o código de complementação 1910 (diferença de 15%).

 

Alíquota de 5% sobre o salário mínimo:

Poderá contribuir neste plano apenas o Facultativo que se enquadre nos requisitos de pertencer a família de baixa renda e esteja inscrito no sistema Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CadÚnico, o qual é operacionalizado pelo Serviço Social dos municípios.

Códigos para recolhimento – Facultativo
1929 Facultativo Baixa Renda – Mensal
1937 Facultativo Baixa Renda – Trimestral
 
1830 Facultativo Baixa Renda – Mensal – Complemento 6% (para plano simplificado 11%)
1848 Facultativo Baixa Renda – Trimestral – Complemento 6% (para plano simplificado 11%)
 
1945 Facultativo Baixa Renda – Mensal – Complemento 15% (para plano normal)
1953 Facultativo Baixa Renda – Trimestral – Complemento 15% (para plano normal)

Informações sobre pagamento em atraso

135: a Central 135 não calcula contribuições em atraso;
Empregado doméstico: pode ser realizado para qualquer época, uma vez que segue legislação própria que leva em consideração o salário registrado na carteira de trabalho;
Facultativo: o facultativo que tenha deixado de recolher só pode calcular sua contribuição pela Internet se ainda possuir qualidade de segurado (seis meses). Para o cálculo de competências vencidas há mais de 6 meses é preciso procurar uma Agência da Previdência Social, para confirmar se entre uma contribuição e outra não houve intervalo sem contribuição superior a 6 meses;
Contribuinte individual: pode calcular contribuições em atraso pela Internet, a partir do primeiro recolhimento em dia nessa categoria ou do cadastro da atividade na Previdência Social, e desde que em período inferior aos últimos cinco anos fiscais. Para o cálculo de períodos mais antigos o contribuinte deve se dirigir ao INSS a partir do dia 16 de cada mês;
Comprovação de atividade: se o Contribuinte Individual não tiver atividade cadastrada na Previdência Social, não possuir o primeiro recolhimento em dia ou quiser efetuar recolhimento de período decadente, poderá solicitar o recolhimento em atraso nas Agências da Previdência Social mediante comprovação do exercício da atividade durante o período em que está em débito.

Tabela de carências do INSS

Tabela completa de períodos necessários de carência da previdência social

Na lista seguinte pode-se verificar os requisitos para começar a contar o tempo de carência, relativamente a cada tipo de filiado.
Atualização:A MP 739 estabeleceu nova carência para o benefício de auxílio doença, bem como implementou diversas modificações relacionadas aos benefícios por incapacidade.

FORMA DE FILIAÇÃO SE CONTA A PARTIR DE DATA LIMITE INÍCIO-CÁLCULO
Empregado Indefinida Sem limite Data da Filiação
Avulso Indefinida Sem limite Data da Filiação
Empresário (*) Indefinida 24/07/1991 Data da Filiação
25/07/1991 28/11/1999 Data da primeira contribuição sem atraso
Doméstico 08/04/1973 24/07/1991 Data da Filiação
25/07/1991 Sem limite Data da primeira contribuição sem atraso
Facultativo 25/07/1991 Sem limite Data da primeira contribuição sem atraso
Equiparado a autônomo (*) 05/09/1960 09/09/1973 Data da primeira contribuição
10/09/1973 1º/2/1976 Data da inscrição
02/02/1976 23/01/1979 Data da primeira contribuição sem atraso
24/01/1979 23/01/1984 Data da inscrição
24/01/1984 28/11/1999 Data da primeira contribuição sem atraso
Empregador rural (**) 1º/1/1976 24/07/1991 Data da primeira contribuição sem atraso
Contribuinte em dobro 1º/9/1960 24/07/1991 Data da Filiação
Segurado especial que não optou contribuir facultativamente Indefinida Sem limite Data da filiação
Segurado especial (***) 1º/11/1991 Sem limite Data da primeira contribuição sem atraso
Autônomo (*) 05/09/1960 09/09/1973 Data do primeiro pagamento
10/09/1973 1º/2/1976 Data da inscrição
02/02/1976 23/01/1979 Data da primeira contribuição sem atraso
24/01/1979 23/01/1984 Data da inscrição
24/01/1984 28/11/1999 Data da primeira contribuição sem atraso
Contribuinte Individual 29/11/1999 Sem limite Data da primeira contribuição sem atraso
Contribuinte Individual “prestador de serviços a empresa” (****) 01/04/2003 Sem limite Data da filiação

(*) Categoria enquadrada como contribuinte individual a partir de 29/11/1999. (**) Categoria enquadrada como equiparado a autônomo a partir de 25/7/1991, e como contribuinte individual a partir de 29/11/1999. (***) Que optou por contribuir facultativamente na forma do § 2º do art. 200 do RPS. (****) Para o contribuinte individual prestador de serviços, filiado ao RGPS, independentemente do início da atividade, a partir da competência abril/2003, presume-se o recolhimento, observado o disposto no § 1º do art. 54 e letra ¨d ¨ do inciso II do art. 393.

 

O que não é contado

– O tempo de Serviço Militar não será contado como carência, mas poderá ser contado como tempo de serviço

– O tempo de Trabalhador Rural anterior ao mês 11/1991 para fins de aposentadoria de cidadão que no momento do pedido do benefício seja trabalhador urbano

Este item merece especial atenção quanto à seguinte situação:

O tempo rural anterior a novembro de 1991 poderá ser computado como tempo e não como carência até mesmo de forma intercalada com períodos de trabalho urbano se, ao tempo do pedido do benefício, o cidadão for trabalhador rural, sem a redução da idade. Esta previsão está no Art. 48 parágrafo 3º e Art. 55 da Lei 8.213/91.

– O período em que o cidadão esteve recebendo benefício de auxílio-acidente ou auxílio-suplementar

 

Tabela de carência necessária para cada tipo de benefício

A seguinte tabela divide os benefícios por tipo e exibe o número de meses exigido pelo INSS para que o segurado tenha direito de receber um benefício

 

Benefício Carência(em meses)
Aposentadorias (por Idade, Tempo de Contribuição, do Professor, Especial, por Idade ou Tempo de Contribuição do Portador de Deficiência) 180
Pensão por Morte e Auxílio-reclusão (se o cidadão não estiver recebendo auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez)

* Observação: a duração do benefício pode variar conforme a quantidade de contribuições do instituidor entre outros fatores. Veja detalhes nas páginas sobre pensão por morte e auxílio-reclusão.

não há *
Auxílio-doença / Aposentadoria por invalidez 12
Salário-maternidade (Contribuinte Individual, Facultativo, Segurado Especial) 10
Salário-maternidade (Trabalhadora Avulsa, Empregada, Empregada Doméstica) 0


 

Situações especiais

Aposentadorias

A carência das Aposentadorias (exceto por invalidez) poderá ser menor do que 180 contribuições, conforme está previsto no artigo 142 da Lei nº 8.213/91, mas apenas para o cidadão que se filiou à Previdência Social até 24/07/1991 (trabalhador urbano ou rural, exceto segurado especial) e começou a contagem de tempo para efeito de carência.

Nesta situação, o número de meses exigidos, será o do ano em que este cidadão implementou todas as condições necessárias para ter direito ao benefício, conforme tabela abaixo:

 

Ano de implementação da idade mínima Meses de carência exigido
2011 180
2010 174
2009 168
2008 162
2007 156
2006 150
2005 144
2004 138
2003 132
2002 126
2001 120
2000 114
1999 108
1998 102
1997 96
1996 90
1995 78
1994 72
1993 66
1992 60
1991 60

O exemplo mais comum de uso desta tabela, é aquele em que o cidadão (homem) vem ao INSS hoje para requerer uma Aposentadoria por Idade, mas completou 65 anos em 1998.

Primeiramente será verificado se este cidadão começou a contribuir para o INSS até 24/07/1991. Em caso positivo e de acordo com a tabela, se em 1998 ele já tinha no mínimo 102 meses contribuídos para efeito de carência, ele será aposentado e, caso não tenha, deverá continuar contribuindo até atingir a carência necessária no ano de 1998, ou seja, 102 meses.

Para os casos de Aposentadoria na condição de Portador de Deficiência (por idade ou tempo de contribuição), criadas a partir da publicação da Lei Complementar 142/2013, não existe a possibilidade de aplicação desta tabela.

 

Auxílio-doença e Aposentadoria por Invalidez

Estes benefícios, poderão ser concedidos isentos de carência.

A isenção será para os casos em que o pedido de benefício se deu em função de um acidente de qualquer natureza, inclusive decorrente do trabalho, bem como nos casos em que o cidadão, segurado, após se tornar um filiado do INSS, for acometido de alguma das doenças ou afecções relacionadas abaixo:

 

TUBERCULOSE ATIVA
HANSENÍASE
ALIENAÇÃO MENTAL
NEOPLASIA MALIGNA
CEGUEIRA
PARALISIA IRREVERSÍVEL E INCAPACITANTE
CARDIOPATIA GRAVE
DOENÇA DE PARKINSON
ESPONDILOARTROSE ANQUILOSANTE
NEFROPATIA GRAVE
ESTADO AVANÇADO DA DOENÇA DE PAGET (OSTEÍTE DEFORMANTE)
SÍNDROME DA DEFICIÊNCIA IMUNOLÓGICA ADQUIRIDA-AIDS
CONTAMINAÇÃO POR RADIAÇÃO, COM BASE EM CONCLUSÃO DA MEDICINA ESPECIALIZADA
HEPATOPATIA GRAVE

Esta lista de doenças foi regulamentada pela Portaria Interministerial MPAS/MS 2.998/2001.

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Como fazer um “Recurso Administrativo” no INSS

Os Recursos Administrativos existem para que uma pessoa que não concorde com decisão emitida pelo INSS em seu processo administrativo possa contestar essa decisão no próprio INSS, sem ir para a Justiça (ou antes de ir para a Justiça).

Para recorrer o cidadão deve apresentar por escrito e assinado os motivos pelos quais ele não concorda com a decisão tomada pelo INSS.

Neste procedimento, é possível ainda apresentar outros documentos que achar necessário a fim de justificar as suas alegações.

Como fazer um recurso administrativo no INSS?

Pelos Correios

Você  enviar o recurso (escrito e assinado) bem como os documentos adicionais que queira juntar no processo, por meio de uma das agências dos correios ao custo de correspondência comum ou de correspondência comum + Aviso de Recebimento.

Pode-se utilizar o endereço  das agências do INSS, preferencialmente aquela que emitiu a decisão, não havendo a necessidade de agendamento ou atendimento presencial no INSS.

O recurso também pode ser feito através de agendamento

Para o atendimento presencial deste serviço, em uma das agências da Previdência Social, o agendamento é obrigatório.

O agendamento poderá ser solicitado pela Central de Atendimento do INSS através do telefone 135, de segunda a sábado das 07:00 às 22:00 (horário de Brasília) ou diretamente pela internet pelo link abaixo:

 

Requisitos do recurso administrativo

Para apresentar um Recurso, é necessário que:

  • exista um procedimento administrativo com decisão emitida pelo INSS
  • que a data da apresentação do recurso esteja dentro do prazo de trinta dias da data que você tomou conhecimento da decisão.

Cabe ressaltar que a data do pedido de agendamento, desde que haja o comparecimento no dia e horário agendado, ou a data da postagem nos Correios será considerada como a data da apresentação do Recurso.

Documentos necessários

Para ser atendido nas agências do INSS, no mínimo deverá ser apresentado um documento de identificação com foto e o número do CPF.

O pedido de recurso, deve ser redigido e destinado à Junta de Recursos da Previdência Social. Caso o procedimento administrativo já tenha sido julgado por uma das Juntas de Recurso (1ª instância) e exista a possibilidade de entrar com novo pedido, este deverá ser redigido à Câmara de Julgamentos da Previdência Social (última instância).

Você pode utilizar este formulário para apresentar o recurso: (clique aqui para abrir em uma nova guia)

 

Outras Informações

O andamento do seu pedido de Recurso poderá ser feito pela Internet, sendo que para algumas situações, haverá a necessidade do cadastramento de senha em uma de nossas unidades de atendimento.

Consulte agora o andamento do seu Recurso 

Ficou alguma dúvida?

Em caso de dúvidas, ligue para a Central de Atendimento do INSS pelo telefone 135.

O serviço está disponível de segunda a sábado das 07:00 às 22:00 (horário de Brasília).

O atendimento da Previdência Social é simples, gratuito e dispensa intermediários.

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É possível pagar o INSS de meses ou anos atrás? Como fazer?

Resultado de imagen de pagar inss atrasoComo regra geral é sim possível pagar as contribuições para o INSS retroativamente, ou seja, recolher os valores devidos correspondentes a anos ou meses no passado. Mas não é sempre assim. Há casos que precisam de autorização da Previdência para esse pagamento e em certas situações essa modalidade de pagamento não é aceita.

Por exemplo, quando a pessoa durante a vida inteira não contribuiu para o INSS muitos tem o desejo de fazer o recolhimento das 180 contribuições para que possam começar a receber o benefício por idade, mas esses recolhimentos necessitam ser feitos mês a mês e não pode ser realizados de uma vez só.

Assista ao vídeo para saber mais:

 

Informações sobre pagamento em atraso

CALCULAR GUIA / CARNÊ        DÉBITO AUTOMÁTICO

  • 135: a Central 135 não calcula contribuições em atraso;
  • Empregado doméstico: pode ser realizado para qualquer época, uma vez que segue legislação própria que leva em consideração o salário registrado na carteira de trabalho;
  • Facultativo: o facultativo que tenha deixado de recolher só pode calcular sua contribuição pela Internet se ainda possuir qualidade de segurado (seis meses). Para o cálculo de competências vencidas há mais de 6 meses é preciso procurar uma Agência da Previdência Social, para confirmar se entre uma contribuição e outra não houve intervalo sem contribuição superior a 6 meses;
  • Contribuinte individual: pode calcular contribuições em atraso pela Internet, a partir do primeiro recolhimento em dia nessa categoria ou do cadastro da atividade na Previdência Social, e desde que em período inferior aos últimos cinco anos fiscais. Para o cálculo de períodos mais antigos o contribuinte deve se dirigir ao INSS a partir do dia 16 de cada mês;
  • Comprovação de atividade: se o Contribuinte Individual não tiver atividade cadastrada na Previdência Social, não possuir o primeiro recolhimento em dia ou quiser efetuar recolhimento de período decadente, poderá solicitar o recolhimento em atraso nas Agências da Previdência Social mediante comprovação do exercício da atividade durante o período em que está em débito.

 

Sou funcionaria publica gostaria de saber como faço para tirar uma licença e pagar meu INSS, não quero prejudicar minha aposentadoria que falta 3 anos.

Sua situação está amparada pelo seguinte dispositivo da LEI Nº 8.112, DE 11 DE DEZEMBRO DE 1990 se você for servidora federal. Provavelmente sua legislação estadual ou municipal também segue essa diretriz.

Art. 183. A União manterá Plano de Seguridade Social para o servidor e sua família.

§ 3o Será assegurada ao servidor licenciado ou afastado sem remuneração a manutenção da vinculação ao regime do Plano de Seguridade Social do Servidor Público, mediante o recolhimento mensal da respectiva contribuição, no mesmo percentual devido pelos servidores em atividade, incidente sobre a remuneração total do cargo a que faz jus no exercício de suas atribuições, computando-se, para esse efeito, inclusive, as vantagens pessoais. (Incluído pela Lei nº 10.667, de 14.5.2003)

§ 4o O recolhimento de que trata o § 3o deve ser efetuado até o segundo dia útil após a data do pagamento das remunerações dos servidores públicos, aplicando-se os procedimentos de cobrança e execução dos tributos federais quando não recolhidas na data de vencimento. (Incluído pela Lei nº 10.667, de 14.5.2003)

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Por sua vez, a INSTRUÇÃO NORMATIVA INSS/PRES Nº 77, DE 21 DE JANEIRO DE 2015 – DOU DE 22/01/2015 – estabelece o seguinte:

§ 5º É vedada a filiação como segurado facultativo no RGPS para os participantes do RPPS, não podendo ser consideradas, para qualquer efeito, as contribuições vertidas para o RGPS do:

I – servidor público civil ou militar da União, do Estado, do Distrito Federal ou do Município, bem como o das respectivas autarquias e fundações, sujeito a regime próprio de previdência social, inclusive aquele que sofreu alteração de regime jurídico, no período de 6 de março de 1997, data da publicação do RBPS, aprovado pelo Decreto nº 2.172, de 5 de março de 1997, véspera da vigência da Emenda Constitucional nº 20, de 1998, exceto o que acompanha cônjuge que presta serviço no exterior;
II – servidor público civil da União, do Estado, do Distrito Federal ou do Município, bem como o das respectivas autarquias e fundações salvo na hipótese de afastamento sem vencimento e desde que não permitida, nesta condição, contribuição ao respectivo regime próprio a partir de 16 de dezembro de 1998, data da publicação da Emenda Constitucional nº 20, de 1998; e
III – servidor público efetivo civil da União, de suas respectivas Autarquias ou Fundações, participante de RPPS, inclusive na hipótese de afastamento sem vencimentos, a partir de 15 de maio de 2003, data da publicação da Lei nº 10.667, de 14 de maio de 2003.

Portanto, se não houver previsão no seu regulamento específico (no caso de servidora estadual ou municipal), estaria permitido o recolhimento como facultativa ao INSS.

Em resumo, se seu Regime Próprio estabelece algo a respeito, você deve recolher para esse Regime Próprio. Se não estabelece, então o recolhimento é para o Regime Geral do INSS.

Como o assunto é complexo seria útil fazer uma consulta formal ao órgão regulador do seu regime de previdência ou buscar auxílio profissional de advogado ou defensoria pública.

Sobre o salario maternidade, pra eu ter direito eu tenho que contribuir com o INSS ou sindicato quanto tempo antes?

Para ter direito ao salário-maternidade, o(a) beneficiário(a) deve atender aos seguintes requisitos na data do parto, aborto ou adoção:

  • Quantidade de meses trabalhados (carência)
    • 10 meses: para a trabalhadora Contribuinte Individual, Facultativa e Segurada Especial.
    • isento: para seguradas Empregada de Microempresa Individual, Empregada Doméstica e Trabalhadora Avulsa (que estejam em atividade na data do afastamento, parto, adoção ou guarda com a mesma finalidade).
  • Para as desempregadas: é necessário comprovar a qualidade de segurada do INSS e, conforme o caso, cumprir carência de 10 meses trabalhados.
  • Caso tenha perdido a qualidade de segurada, deverá realizar dez novas contribuições antes do parto/evento gerador do benefício.

Portanto é necessário que você esteja contribuindo ao INSS já por dez meses antes do parto.  No caso de trabalhadora rural o salário-maternidade é devido desde que comprovada a condição de segurada especial, com o exercício de atividade rural em regime de economia familiar, ainda que, de forma descontínua, nos 10 (dez) meses anteriores ao parto ou ao requerimento do benefício, consoante preconizado no art. 93 , parágrafo 2º , do Decreto nº 3.048 /99.

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Como contribuir para o INSS trabalhando por conta própria?

É importante se preocupar com os imprevistos. Se você estiver doente impossibilitado de trabalhar, ou se sofrer um acidente, ou se já estiver alcançando a idade…. são muitas as razões para contribuir e assim garantir um valor mínimo para subsistências nos tempos difíceis.

Pra pagar o INSS bastar fazer a inscrição no PIS, escolher o formato da contribuição e então preencher e pagar a GPS.

Depois do processo inicial é só repetir o pagamento a cada mês, ou no mês em que você teve rendimentos.

 Fazer a inscrição no PIS / NIT

Se você já trabalhou com carteira assinada provavelmente já está registrado. Caso não disponha atualmente do número é só procurar uma agência da Caixa. Também tem a opção de conferir o número conforme o vídeo abaixo explica.

Mas, se você nunca contribuiu pode fazer a inscrição pela Internet, pelo atendimento do 135 ou numa agência do INSS.

 Escolha o tipo e o valor da contribuição

Veja mais sobre isso aqui: Diferença entre o plano normal e simplificado 

 

Finalmente preencha a Guia da Previdência Social (GPS)

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4. Pague a GPS

Quando terminar de preencher as informações, faça o pagamento da Guia da Previdência Social em banco ou lotérica. Não há uma data específica para fazer esse pagamento, mas o limite é o dia 15 do mês seguinte. Por exemplo, a prestação de agosto deve ser paga até o dia 15 de setembro. Se você perder essa data, sofrerá a cobrança de juros e multas, que podem chegar a 20% do valor devido. Para isso, acesse o Cálculo do INSS em Atraso no site da previdência para saber quanto terá que pagar.

Dá pra pagar INSS atrasado?

Como uma dona de casa faz para pagar o INSS?

Uma dona de casa pode se inscrever no INSS e contribuir mensalmente para vir a receber a aposentadoria no futuro, mesmo que não tenha salário.

A categoria em que uma dona de casa deve se inscrever na previdência social é a de contribuinte facultativa, desde que não exerça uma outra atividade com registro e que a obrigue já a contribuir para o INSS. Além delas, são consideradas facultativas todas as pessoas com mais de 16 anos que não têm renda própria, como estudantes, síndicos de condomínio não remunerado, entre outros.

Assim como pode fazer o autônomo, o facultativo, como a dona de casa, também pode optar pelo plano simplificado, recolhendo 11% do salário mínimo, ou pelo plano completo, com 20% de valores que variam entre um salário mínimo e o teto da Previdência.

 

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Mas no sistema simplificado, ou seja, de 11%, para receber o benefício da aposentadoria é preciso ter 60 anos e 15 anos de contribuição. 


Outra opção é a categoria de facultativo de baixa renda e que atende exclusivamente as donas de casa. A alíquota é reduzida, 5% do salário mínimo. Segundo o Ministério da Previdência Social, além de não ter nenhuma renda, a soma da renda familiar deve ser de até dois salários mínimos. A família precisa também estar no Cadastro Único para Programas Sociais.

 

Como deduzir o INSS da doméstica na declaração do Imposto de Renda

/Quem tem empregado doméstico com registro em carteira assinada tem direito a deduzir na declaração o valor referente às contribuições pagas ao INSS na declaração de 2016, correspondentes ao ano-calendário de 2015.

Mas a referida dedução é limitada à contribuição calculada sobre o valor de um salário mínimo nacional, mesmo que a remuneração para a empregada/empregado seja superior.

A contribuição patronal paga ao INSS pelo empregador doméstico incidente sobre o valor da remuneração do empregado só poderá ser deduzida quando o empregador optar pelo modelo completo da Declaração de Ajuste Anual.

As domésticas pagam ao INSS um percentual que varia de 8% a 11% da sua remuneração.

Para o ano de 2016, considerando as mudanças no salário mínimo durante o ano de 2015, além do 13º e um terço de férias, o valor total possível para dedução é de R$ 1.182,20.

O desconto se aplica apenas a um empregado doméstico por cada declaração. Que tiver dois empregados domésticos só poderá fazer a dedução de um deles. Mas quando há outro contribuinte na família declarando o Imposto de Renda pode-se fazer a dedução do segundo empregado.

Quando preencher sua declaração, o contribuinte deverá ir até a ficha “Pagamentos efetuados”. No item “50 ontribuição patronal paga à Previdência Social pelo empregado doméstico”, o contribuinte informa o nome da doméstica, o valor total que pagou de contribuições – ainda que tenha ultrapassado o valor de R$ 1.152,88 estipulado pela Receita – além dos números do CPF e do NIT (Número de Inscrição do Trabalhador). O próprio programa da Receita faz os cálculos, limitando as deduções a esse teto.

Sobre o Simples Doméstico

1. O que é o SIMPLES Doméstico? O Simples Doméstico é o regime – instituído pela Lei Complementar 150/2015 – que unificou o pagamento dos tributos e dos encargos trabalhistas e previdenciários que deverão ser recolhidos pelos empregadores domésticos em função dos trabalhadores a eles vinculados. A partir de outubro de 2015, todas essas obrigações passaram a ser recolhidas por meio de uma guia única, o DAE (Documento de Arrecadação do eSocial), viabilizando, entre outros direitos, a inclusão de mais de 1 milhão de trabalhadores domésticos ao FGTS.

2. Como faço para utilizar o SIMPLES Domésticos? Por intermédio do site www.eSocial.gov.br (Portal eSocial), o qual viabilizará a emissão do DAE (guia única) para o pagamento dos tributos e do FGTS.

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Pagamentos de domésticos com carteira pelo eSocial ainda não aparecem no CNIS

Os empregados domésticos que trabalham registro na CTPS devem fiscalizar as suas contribuições ao INSS.

Os recolhimentos recentes feitos desde novembro do ano passado pelo eSocial, ainda não constam no Cnis, o cadastro de pagamentos utilizado pelo instituto para a contagem do tempo de contribuição na hora da aposentadoria.

Segundo informado pelo instituto as informações do eSocial somente estarão disponíveis no Cnis a partir do segundo semestre de 2016.

O motivo seria que o sítio do Cnis na internet teve que ser adaptado para incluir os dados de vínculos e de salários dos empregados domésticos, para reconhecimento do direito aos benefícios previdenciários.

Durante esse período a doméstica que quiser se aposentar terá que comprovar os últimos meses de contribuição ao INSS de outras formas.

A primeira opção, e mais importante, é a carteira de trabalho.

Com as anotações no documento, que não podem ter rasuras ou erros, o INSS reconhecerá os recolhimentos.

Existem algumas opções de se obter o extrato do CNIS. As formas mais rápidas e mais simples são através do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, se você possui conta corrente nesses bancos. É possível consultar tanto no Internet Banking quanto no caixa eletrônico.  Acessando sua conta pelo site do Banco do Brasil, você seleciona a opção “Conta Corrente”, vai na guia “Extratos Diversos” e clica a opção “Previdência Social”. Simples, não?  Já, acessando a conta no site da Caixa Econômica, clique o link “Extrato Previdenciário”, disponível no menu “Cidadão Online”, do lado direito da página principal.  A outra opção, um pouco mais complicada, seria ir no próprio site do INSS (https://www.mtps.gov.br/servicos-do-ministerio/servicos-da-previdencia/outros-servicos-ao-cidadao/extrato-de-contribuicoes-a-previdencia-social), porém você tem que saber qual o seu número do seu NIT/PIS/PASEP e ter uma senha, que deve ser previamente adquirida diretamente no INSS. Para solicitar essa senha você deve agendar o serviço “Atualização de Cadastro e senha”,  no endereço (https://www.mtps.gov.br/servicos-do-ministerio/servicos-da-previdencia/outros-servicos-ao-cidadao/atualizacao-de-cadastro-e-senha).  Caso você sinta dificuldades em obter sozinho seu extrato do CNIS por esses meios, você pode comparecer em qualquer Agência da Previdência Social e solicitá-lo.

O idoso com mais de 65 que nunca pagou o INSS tem algum direito?

Os benefícios do INSS somente são concedidos para os segurados que hajam contribuído devidamente para o regime previdenciário, seja como empregado, “autônomo” ou facultativo (dona-de-casa, estudante, desempregado).

Contudo, para o idoso acima de 65 anos, ou para a pessoa com deficiência (após avaliação da Perícia Médica do INSS), a Previdência Social concede um benefício assistencial denominado LOAS (Lei Orgânica de Assistência Social), para quem nunca contribuiu ou não tem número suficiente de contribuição, desde que comprove renda mensal inferior a ¼ do salário mínimo por pessoa.

Benefício

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Como conseguir a certidão negativa de débito do INSS (CDN INSS)

CND INSS

A Certidão Negativa de Débito (CND) do INSS é um documento que atualmente é emitido pela Secretaria da Receita Federal. Essa certidão é uma prova ao contribuinte da previdência de que não existes pendências financeiras para com a previdência social. A certidão negativa pode ser pessoal que mostra apenas a regularidade das contribuições, ou dependendo do caso, pode ser relativa aos pagamentos dos direitos trabalhistas.

Para conseguir a Certidão Negativa da Previdência basta seguir a sequência abaixo:

1. Vá até a página do Dataprev: https://www.dataprev.gov.br/servicos/cnd1.htm;

Este serviço oferecido pela Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB possibilita ao contribuinte solicitar uma certidão que será emitida automaticamente, se não houver pendências nos sistemas da RFB. Esta certidão comprova a regularidade do sujeito passivo em relação às contribuições previdenciárias e às contribuições devidas, por lei, a terceiros, incluindo as inscrições em Dívida ativa do INSS. O sistema está programado para expedir Certidão Negativa de Débitos - CND ou Certidão Positiva de Débitos, com efeitos de Negativa - CPD-EN, conforme a situação do sujeito passivo. As pendências nos sistemas da RFB que inviabilizam a emissão automática da certidão podem ser verificadas no link "Verificação de Regularidades das Contribuições Previdenciárias" Para solicitar a certidão, no link abaixo "Pedido de CND" informe o número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica - CNPJ ou o número da matrícula CEI - Cadastro Específico do INSS e a finalidade. A CND ou CPD-EN será expedida e impressa (em papel A4 ou formulário contínuo) no ato do pedido, se não houver restrições. Caso queira consultar ou confirmar a autenticidade de uma certidão já expedida retorne ao link "Consulta à Certidão Negativa de Débito - CND ou CPD-EN" na página anterior. Selecione uma das opções abaixo para continuar: Recomenda-se a leitura inicial do texto AJUDA.

2. Clique no botão “Pedido de CND”;

3. Agora digite o número do CEI (Cadastro Específico do INSS);

4. Em seguida você precisa informar a finalidade da certidão;

5. Digite o código informado anti-robô;

6. Pressione “Cadastrar”. Você será direcionado para outra página;

Verifique se todos os dados informados nessa página estão corretos.

Após conferir os dados, basta clicar em “Confirmar”.

Outra forma de efetuar esse requerimento, que é comparecer pessoalmente a uma das Unidades da Receita Federal ou na Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Nesse caso você necessitará esperar por 10 dias para que o documento fique pronto.

No caso do Microempreendedor Individual essa emissão pode ser feita através do portal do empreendedor através do link www.portaldoempreendedor.gov.br/.
Certidão Negativa de Débito (CND)Esta Certidão pode ser obtida no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br). Para isso, você precisará informar o nº do CNPJ ou para pessoa física nº do CEI (Cadastro Específico do INSS). Caso não seja possível retirá-la pela internet, será necessário procurar um posto do INSS.Certidão Negativa de Débito de Tributos e Contribuições Federais (CCN)Esta certidão pode ser obtida no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br). Este documento tem por finalidade comprovar a inexistência de débitos relativos a tributos federais, exceto com o INSS (Instituto Nacional de Seguro Social).

Informações adicionais

A partir de 02/05/2007, data da vigência da Lei nº 11.457, de 16/03/2007, a certidão que comprova a regularidade do sujeito passivo em relação às contribuições previdenciárias e às contribuições devidas, por lei, a terceiros, incluindo as inscrições em Dívida ativa do INSS será expedida pela Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB.

A certidão das contribuições previdenciárias e as devidas por lei a terceiros, denominada certidão específica, não abrange os demais tributos federais administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e à Dívida Ativa da União administrada pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), objeto de certidão conjunta PGFN/RFB.

As certidões devem ser exigidas para atender às situações estabelecidas no artigo 47 da Lei nº 8212, de 24 de julho de 1991. Elas são emitidas para a empresa devidamente inscrita no CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica e para as matrículas inscritas no Cadastro Específico do INSS – CEI. No caso da empresa, o documento é expedido no CNPJ 0001- matriz, mas válido para todos os estabelecimentos. Podem ser Certidão Negativa de Débito – CND ou Certidão Positiva de Débitos, com efeitos de Negativa – CPD-EN.

As CND ou CPD-EN são emitidas de acordo com a finalidade: averbação de Imóvel, Baixa de Empresa, registro de alteração contratual nos órgãos competentes e para atender às outras finalidades previstas no art. 47 da Lei 8212, de 24 de julho de 1991.

No caso de certidão para fins de baixa, algumas empresas, com média de vínculo empregatício inferior a 10 (dez), poderão obter a CND na internet, em “Pedido de Baixa de Empresa”, por meio de senha cadastrada no próprio sítio da RFB ou em uma Unidade de Atendimento. Para as demais empresas, só será fornecida a CND em uma Unidade de Atendimento após verificação pela Fiscalização.

A autenticidade das Certidões específicas expedidas pela RFB deve ser confirmada por meio de consulta via Internet, na página anterior, no link “Consulta à Certidão Negativa de Débito – CND ou CPD-EN” ou “Consulta à Certidão Positiva de Débito com Efeitos de Negativa emitidas até 08/02/2000”. A validade das CND ou CPD-EN é de 180 dias, contados da data de sua emissão.



Como conseguir uma relação completa de todos os lugares onde eu trabalhei?

Como imprimir uma lista de todos os meus empregadores e dos pagamentos para o INSS mês a mês (ou como conseguir o extrato previdenciário ou do CNIS, Cadastro Nacional de Informações Sociais)

Os vínculos e contribuições podem ser verificados em nosso site no link https://www.previdencia.gov.br/servicos-ao-cidadao/todos-os-servicos/cnis/ , informando o número de cadastro NIT/PIS/PASEP e a senha retirada previamente, por razões de segurança digital, na Agência do INSS mais próxima de sua residência.

O atendimento para obtenção dessa senha deve ser agendado em nosso site, no item “Agendamento de atendimento”, ou pela Central de Atendimento 135 (ligação gratuita para telefones fixos).

Existem algumas opções de se obter o extrato do CNIS. As formas mais rápidas e mais simples são através do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, se você possui conta corrente nesses bancos. É possível consultar tanto no Internet Banking quanto no caixa eletrônico. Acessando sua conta pelo site do Banco do Brasil, você seleciona a opção “Conta Corrente”, vai na guia “Extratos Diversos” e clica a opção “Previdência Social”. Simples, não? Já, acessando a conta no site da Caixa Econômica, clique o link “Extrato Previdenciário”, disponível no menu “Cidadão Online”, do lado direito da página principal. A outra opção, um pouco mais complicada, seria ir no próprio site do INSS (https://www.mtps.gov.br/servicos-do-ministerio/servicos-da-previdencia/outros-servicos-ao-cidadao/extrato-de-contribuicoes-a-previdencia-social), porém você tem que saber qual o seu número do seu NIT/PIS/PASEP e ter uma senha, que deve ser previamente adquirida diretamente no INSS. Para solicitar essa senha você deve agendar o serviço “Atualização de Cadastro e senha”, no endereço (https://www.mtps.gov.br/servicos-do-ministerio/servicos-da-previdencia/outros-servicos-ao-cidadao/atualizacao-de-cadastro-e-senha). Caso você sinta dificuldades em obter sozinho seu extrato do CNIS por esses meios, você pode comparecer em qualquer Agência da Previdência Social e solicitá-lo.”

Se for correntista do Banco do Brasil, pode verificar o extrato nos terminais bancários de auto-atendimento (em “outros extratos”, opção 20) e no portal bb.com.br.

Já os correntistas da Caixa Econômica Federal podem acessar o seu extrato por meio do internet Banking.